Sunday, 27 March 2011

Learning English with Native Speaker Teachers

handeyesLearning English can seem like a complicated and time consuming task Understanding English slang, and how native English speakers engage in conversation, is something that cannot be learned in a text book

Learning English can seem like a complicated and time consuming task. Understanding English slang, and how native English speakers engage in conversation, is something that cannot be learned in a text book. Learning English from a native speaker teacher has a number of advantages. Although there can be miscommunication regarding culture and customs, native speaker teachers can make it easier to learn and understand the English language.

The advantages of learning English with nat?ve speaker teachers include:

1. Authentic Learning: A student will be exposed to the authentic English language. Through learning activities such as games, students will learn about the culture and how to speak like a native speaker. This includes the use of slang and accents. Students will be able to engage in real and regular conversations that English speakers use every day.

2. Pronunciation and Language Use: Native speaker teachers provide a natural way of learning English words and grammar. Students will learn how to properly pronounce words and phrases. They will also learn how to speak and write using proper grammar and vocabulary. They can provide instant and accurate feedback to help students overcome bad speech patterns. . For instance, if a student pronounces a word ?ate? but means to say ?hate,? a teacher will provide proper enunciation of the letter ?h.? Many words look the same but are pronounced differently. Phrases such as "I have read that magazine," and "I like to read? are good examples. These types of words can be confusing for a student learning English. A native speaker teacher will understand the background and meaning of the words.

3. Cultural Questions: Because the English language is often integrated within a culture, native speaker teachers are able to provide answers to questions about customs or cultural practices that may come up during class.

4. Grammar: People whose native tongue is English are quick to catch grammar errors. For instance, a phrase such as ?will not to tell? is a grammar mistake a teacher will pick up on every time. They will provide positive feedback to help a student learn to say ?will not tell.? After a series of positive feedback sessions, students will begin to monitor themselves and catch their own mistakes and correct them.

5. English Conversations: By conversing with native speakers, a student of English will be able to pick up on the meaning of phrases and the teacher will be able to make sure the student is applying the proper meaning of the words and phrases they use. The English teacher can explain why a phrase is spoken in a certain way.

6. Verbs: Some English verb phrases can be very confusing. A teacher can explain phrases like ?come up with? or ?checking in on? much more easily. There are also many irregular verbs used in the English language. Rules for such verbs as ?sing, sang, and sung ?can be difficult to comprehend. A teacher who is fluent in English can make these rules regarding irregular verbs easier to understand.

7. Strange Vocabulary: Explaining the difference between such phrases and words as ?wise man and wise guy? can be difficult. The teacher will have an easier time explaining types of words that seem illogical to a student.

English is not the most complex language in the world, but it can be one of the most difficult to learn. Native speaker teachers will have the experience of speaking the language and have a better and less complicated way of providing explanations. When implemented correctly, teaching English to foreign students can be rewarding and enjoyable for both the teacher and the students.

Learning English is easier than before with our free online English lessons. We also have a traductor Ingles for you to download for free.

Wednesday, 21 July 2010

(Direito à) Liberdade de pensamento e de expressão.

INTRODUÇÃO

Este trabalho é uma pesquisa feita com base a temas fornecidos pelo orientador…

O mesmo encontra-se caracterizado por dois temas principais diversificado também por subtítulos.

Os temas principais entendem-se como: O Direito à livre expressão de pensamento, sendo o primeiro e O Direito à informação, fazendo assim, o segundo tema.

É lógico apresentarmos uma previsão sobre os temas a serem realçados. Assim, temos o direito. O Direito é plurifacetado e a sua definição é alvo de acesas controvérsias. Dificilmente uma definição será aceite sequer por todas as mais importantes correntes do pensamento jurídico. O uso da palavra na linguagem não especializada é variado e, por vezes, ambíguo.

CONCEITUALIZAÇÃO DOS TERMOS

Liberdade de expressão

A liberdade de expressão é um direito fundamental ou uns direito humano, assinalado no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, e a constituições dos sistemas democráticos, também o assinalam. Dela deriva a liberdade de imprenta também chamada liberdade de imprensa.

Direito Humano

Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui o de não ser molestado por causa de suas opiniões, o de pesquisar e de receber informações e opiniões, e o das difundir, sem limitação de fronteiras, por qualquer médio de expressão."

Liberdade de pensamento e de expressão.

1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento e de expressão. Este direito compreende a liberdade de procurar, receber e difundir informações e ideias de toda a índole, sem considerações de fronteiras, já seja oralmente, por escrito ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer outro procedimento de sua eleição e gosto.

2. O exercício do direito previsto no inciso precedente não pode estar sujeito a prévia censura, senão a responsabilidades ulteriores, as que devem estar expressamente fixadas pela lei e ser necessárias para assegurar:

a) O respeito aos direitos ou a reputação dos demais.

b) A protecção da segurança nacional, a ordem pública ou a saúde ou a moral públicas.

3. Não se pode restringir o direito de expressão por vias ou médios indirectos, tais como o abuso de controles oficiais ou particulares de papel para jornais, de frequências radioeléctricas ou de inseres e aparelhos usados na difusão de informação ou por outros meios encaminhados a impedir a comunicação e a circulação de ideias e opiniões.

4. Os espectáculos públicos podem ser submetidos pela lei a censura prévia com o exclusivo objecto de regular o acesso a eles para a protecção moral da infância e a adolescência, sem prejuízo do estabelecido no inciso 2.

5. Estará proibida pela lei toda a propaganda em favor da guerra e toda apologia do ódio nacional, racial ou religioso que constituam incitações à violência ou qualquer outra acção ilegal similar contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas, por nenhum motivo, inclusive os de raça, cor, religião ou origem nacional."

Direito à Informação

A liberdade de informação é um direito fundamental essencial, referido em 1946 pela Assembleia Geral das Nações Unidas como a pedra de toque de todas as liberdades a que as Nações Unidas se consagram. Sendo um elemento imprescindível para a fruição da liberdade de expressão é também essencial para garantir a transparência e fiscalização dos poderes públicos e a salvaguarda dos direitos fundamentais, mormente numa sociedade que se reclama democrática.  

Por outro lado, o direito procedimental de informação é um direito fundamental, constitucionalmente consagrado, que impõe à administração o dever, sempre que tal seja requerido, de informar o interessado seja do estado do processo, seja da decisão final. O direito de informação apenas está limitado pelo carácter secreto ou reservado das informações ou documentos juntos ao processo.

Finalizando,

Abordando estes temas e outros relacionados, a acção explora ainda o papel dos médios e das novas tecnologias no fomento da liberdade de circulação de informação, os princípios a que as disposições sobre liberdade de informação se devem conformar e as opções políticas de base que sustentam um direito à verdade em confronto com diferentes modelos de sociedade e violações passadas dos direitos do homem.  

Com base a tudo, existem outros direitos e liberdades (exemplo: direito à liberdade de reunião, manifestação, exercício de cultos, etc) conjuntamente com o direito à liberdade de expressão. Assim o direito à liberdade de expressão não é um direito absoluto nem ilimitado, como também não o é nenhum outro direito ou liberdade.

A cada direito ou liberdade tem um âmbito de desenvolvimento e de compressão, e a cada pessoa que exerce um direito, deve actuar dentro desse âmbito de desenvolvimento e de entendimento de dito direito. Actuar para além de dito âmbito, é não actuar dentro de dito direito, senão fora de 0, com a possibilidade de quem actua de violar, vejar ou atropelar direitos de outras pessoas, e é mais grave ainda quando se trata de direitos humanos]] das pessoas. O limite ao direito humano da liberdade de expressão, está dado pelo respeito a outros direitos humanos das pessoas.

BIBLIOGRAFIA

http//www.catongo.blogspot.com/direito_a_informação

http//www.catongo.blogspot.com/direito_a_livre_expressão_de_pensamento_

Tuesday, 13 July 2010

Segurança Alimentar: Doenças Veiculadas por alimentos

Infecção x Intoxicação: Você sabe a Diferença ?

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O papel dos alimentos na saúde humana é bem conhecido, mas o seu envolvimento na transmissão de doenças é bem mais amplo do que se imagina. As doenças de origem alimentar podem ser reunidas em dois grupos: as infecções e as intoxicações:

Toxi-infecções de origem alimentar – São doenças causadas pela ingestão de alimento contaminado por microrganismos patogênicos que se multiplicam, podendo invadir a parede intestinal e disseminar-se para outros órgãos, caracterizando uma infecção. Ou pode haver uma intoxicação provocada por ingestão de alimentos contendo toxinas microbianas pré-formadas.

Intoxicação por enterotoxina estafilocócica – É a doença de origem alimentar mais comum e resulta da ingestão de alimentos contaminados com a toxina produzida por Staphylococcus aureus, que é extremamente resistente, podendo subsistir a uma ebulição de até 4 horas. Os manipuladores de alimentos são as fontes de contaminação mais freqüentes, pois em cerca de 40% de pessoas sadias essa bactéria é encontrada colonizando as mucosas da nasofaringe, e existe também em feridas infectadas. O leite de vaca mastítico é outra fonte importante de S. aureus.

É bom lembrar que tortas, cremes, bolos, pudins, produtos de carne bovina, aves, salgadinhos, queijos, saladas e maionese são alimentos muito manipulados após o cozimento. A bactéria é geralmente transmitida pelas mãos.

A origem da intoxicação pode ser também a ausência de uma higienização adequada dos equipamentos e utensílios. O uso de matérias-primas contaminadas é também uma via de contaminação, como no caso do leite mastítico. O período de incubação é de duas a seis horas.

Os sintomas típicos são náusea, vômito, dor de cabeça, dor abdominal e diarréia. Dor muscular e prostração podem ser observados em vários casos. Não existe tratamento específico, sendo importante reidratar o paciente, quando necessário.

Intoxicação por neurotoxina botulínica – A palavra botulinum vem do latim, botulus, que significa salsicha. A doença chama-se botulismo porque os primeiros casos ocorreram com pessoas que haviam se alimentado de salsichas (botulus) contaminadas. Isso aconteceu na Bélgica, em 1896.

Quando a bactéria anaeróbica Clostridium botulinum encontra condições favoráveis de crescimento no alimento, ela produz uma poderosa toxina (veneno) que, mesmo em quantidade pequena, pode ter efeito letal. Trata-se de uma neurotoxina, pois ataca o sistema nervoso com uma ação parecida com a estriquinina e com o veneno da cascavel.

Os esporos dessa bactéria sobrevivem ao cozimento, à defumação e à salga, mas são sensíveis ao nitrito. O crescimento se dá na forma vegetativa (não esporulada). O pH muito ácido (abaixo de 4,3) inibe o crescimento do C. botulinum.

O período de incubação da doença provocada varia de 24h ou menos, a 72h. Os primeiro sinais são cansaço, fadiga, dores de cabeça e vertigens. A diarréia pode aparecer inicialmente, mas depois o paciente permanece com constipação. Em seguida, o sistema nervoso central começa a ser afetado e ocorrem distúrbios de visão; a fala torna-se difícil, devido a paralisias nos músculos da garganta.

A intoxicação atinge seu ponto máximo entre quatro horas e oito dias, e a morte ocorre geralmente pela paralisia dos músculos respiratórios. Se, após oito dias, o paciente ainda sobreviver, a recuperação é lenta.

Para que o tratamento seja eficaz, o prognóstico pode ser melhorado com aplicação de anti-soros específicos, o mais cedo possível, no prazo de algumas horas após a ingestão dos alimentos contaminados, quando a toxina ainda está presente no sangue circulante.

A maior causa de surtos de botulismo tem sido a ingestão de alimentos conservados ou semi-conservados em latas, vidros ou produtos curados, dos quais o oxigênio tenha sido removido. Outros surtos descritos apontam a preservação artesanal imperfeita e alimentos não ácidos, queijos, peixes, cogumelos e palmitos enlatados.

Toxinfecção por Clostridium perfringens – O Clostridium perfringens é uma bactéria largamente encontrada na natureza. É comum no solo e em terrenos encharcados, e ainda em vegetais. Produz uma toxina no intestino quando são ingeridos alimentos contaminados pela bactéria em sua forma vegetativa. Os produtos que contém carne bovina ou de aves, geralmente com molhos mantidos em temperatura ambiente, são os principais alimentos em que há proliferação dessa bactéria. O período de incubação é de seis a 24 horas, com média de 12h para o aparecimento dos sintomas, que duram pouco tempo e são a diarréia, as dores abdominais e grande quantidade de gases. A mortalidade é baixa e atinge principalmente crianças e pessoas idosas ou debilitadas. Não existe tratamento específico.

Infecções por Salmonella – Algumas espécies de salmonella podem produzir dois tipos de doenças de origem alimentar. As gastroenterites, caracterizadas por infecção no intestino, e as febres entéricas, que são mais graves e conhecidas como febres tifo, constituindo infecções generalizadas.

Na gastroenterite, os principais alimentos propícios ao crescimento da bactéria Salmonella são os produtos de confeitaria, maionese, produtos de ovos e as carnes e derivados. O período de incubação da doença é de 12 a 16h. Os sintomas típicos são dores abdominais, calafrios e prostração, e o tratamento é feito à base de hidratação e uso de antibióticos.

Já nos casos de febre tifóide, verificamos que o leite, ou os alimentos contaminados com dejetos de portadores humanos de febre tifóide, além da água contaminada por esgoto são as causas desse tipo de infecção. O período de incubação pode durar de sete a 14 dias, sendo sintomas típicos a febre alta, dor de cabeça e constipação intestinal. Pode ser fatal. O tratamento é feito com hidratação e emprego de antibióticos.

Outras doenças de origem microbiana – Os sintomas clássicos das doenças de origem microbiana transmitidas por alimentos são sinais próprios de distúrbios gastrointestinais agudos, como diarréia ou vômito, ou ambos os sintomas, associados a dores abdominais e desconforto. Entretanto, patógenos enterais podem também causar doenças extraintestinais agudas, como doenças respiratórias e renais, cujos sintomas podem ocorrer simultaneamente ou independentemente dos sintomas intestinais clássicos. Além disso, certos microrganismos patogênicos veiculados por alimentos podem contribuir para o aparecimento de doenças crônicas.

Outros microrganismos também são importantes patógenos. Além de bolores formadores de toxinas, vírus e protozoários, outras bactérias veiculadas por alimentos podem provocar doenças: Shigella; Campylobacter spp; E. coli (patogênicas); Yersínia enterocolítica; Vibrio parahaemolyticus; Vibrio cholerae; Aeromonas; Plesxiomonas shigelloides; Bacillus cereus e Listeria monocytogenes.

Fonte: Informativo da REDAT Alimentos - Rede de Apoio Tecnológico às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais - Segurança Alimentar - Edição n. 2 Coord. Editorial: Regina Lúcia Tinôco Lopes. Fone: (31) 3489-2349


Microrganismos

Os microrganismos são os menores seres vivos da natureza e só podem ser vistos com o auxílio de microscópio. São encontrados na água, no solo, nos vegetais, no corpo humano, nos animais e dividem-se em três grandes grupos: as bactérias, os vírus e os fungos. Ao grupo dos fungos pertencem os bolores e as leveduras. Algumas bactérias têm a capacidade de formar uma estrutura denominada esporo, sendo muito resistentes a agentes físicos e químicos como calor, frio, desinfetantes, etc.

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A multiplicação das bactérias comuns em alimentos ocorre por divisão direta da célula em duas células filhas, iguais. Cada divisão constitui uma geração. Durante o processo de divisão, a célula vai aumentando gradativamente de tamanho até assumir o dobro do seu volume anterior, quando as duas partes se separam. As bactérias dividem-se a cada 20 minutos, em média, desde que as condições sejam ideais. Esse tempo é conhecido como tempo de geração, que normalmente é mais curto nas bactérias do que nos fungos.

O crescimento microbiano é, portanto, resultante do aumento da população de células dos microrganismos.

Thursday, 24 June 2010

FUNDAÇÃO DA SADC E A INTEGRAÇÃO DE ANGOLA NA SADC

1. INTRODUÇÃO

 images (14)        A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral existe desde 1992, quando foi decidida a transformação da SADCC  (Southern Africa Development Co-ordination Conference ou Conferência para o Desenvolvimento da África Austral), criada em 1980 por nove dos estados membros. Hoje a SADC engloba 14 países do sul da África.

images (19)Os países membros somam uma população de aproximadamente 210 milhões de pessoas e um PIB de aproximadamente 700 bilhões de dólares, valor este que, embora não seja muito alto, já é significante, especialmente levando-se em conta as economias dos países vizinhos.

A região enfrenta uma série de problemas, desde dificuldades naturais como secas prolongadas até, mais significativamente, a enorme disseminação da AIDS e a grande pobreza do povo local.

Angola na SADC

O facto de Angola estar filiada numa das principais organizações images (22)de integração regional da África, respectivamente a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), obviamente, criou dificuldades durante muitos anos no pleno funcionamento desses organismos, devido a situação de guerra.

images (21)A inserção de Angola na África Austral não traduz nenhuma pretensão de liderança regional, é apenas motivada pela necessidade de protecção e defesa dos seus interesses económicos e de segurança que não poderiam ser feitos isoladamente mas sim num quadro de parceria e aliança, bem como deriva dos históricos laços culturais com os povos dessas regiões.

1.1. DESENVOLVIMENTO

images (20)A erradicação e promoção de medidas capazes de lidar com condições está entre as principais metas do grupo, que são:

§ Promover o crescimento e desenvolvimento económico, aliviar a pobreza, aumentar a qualidade de vida do povo africano, e prover auxílio aos mais desfavorecidos por meio de integração regional;

§ Evoluir valores políticos, sistemas e instituições comuns;

§ Promover e desenvolver a paz e a segurança;

§ Promover o desenvolvimento auto-sustentável por meio da interdependência colectiva dos Estados membros e da auto-confiabilidade;

§ Atingir a complementaridade entre as estratégias e programas nacionais e regionais;

§ Promover e maximizar a utilização efectiva de recursos da região;

§ Atingir utilização sustentável de recursos naturais e a protecção do meio ambiente;

§ Reforçar e consolidar as afinidades culturais, históricas e sociais de longa data da região.”

          O financiamento aos projectos é obtido através de duas maneiras principais. A primeira e mais importante é a contribuição de cada um dos membros, com o valor baseado no PIB de cada um; a segunda é através da colaboração de parceiros económicos internacionais, como a UE e alguns países desenvolvidos, que dependem do projecto a ser desenvolvido.

Principais objectivos

Para atingir-se a liberação económica, é essencial que se promova o desenvolvimento industrial local. Com a industrialização atingir-se-ia a independência em relação aos produtos industrializados estrangeiros, e, o que também é importante, aos produtos da África do Sul, que exerce um claro domínio sobre o mercado dos seus vizinhos. A estratégia principal consiste na reabilitação e aprimoração das capacidades já existentes.

 images (24) Os projectos de industrialização tentam seguir as directrizes de produzirem sempre mercadorias de destaque no mercado regional, mas que possam também ser exportadas, seja para fora do bloco ou não, e que tenham a maior parte possível da matéria-prima extraída dentro dos países membros. Tendo isso em mente, a produção tem concentrando-se em manufacturados de necessidade imediata e produtos de base, além de produtos de apoio às actividades industriais que estiverem sendo desenvolvidas.

images (25)Um dos poucos projectos na área de educação, o treinamento de mão-de-obra qualificada tem sido, em parte, realizado. Os profissionais a serem formados são aqueles que foram julgados como os mais importantes ao desenvolvimento imediato, como gestores públicos, técnicos, engenheiros (especialmente agrícolas) e cientistas com formações aplicáveis à indústria. Devido à eminente falta de capacidade de treinamento local desses cargos, têm-se oferecido bolsas de estudo em localidades estrangeiras, embora não haja muitas iniciativas para a criação de centros de formação intelectual e técnica.

Principais parceiros económicos

 

 images (4) O principal parceiro económico externo ao SADC é a UE que, com o bloco mencionado realiza importantes trocas há alguns anos. Apesar da parcela do mercado europeu abocanhada pelo grupo estar decrescendo, cerca de três por cento actualmente contra sete na década de oitenta, essas trocas ainda representam a maior parte das exportações e importações externas ao grupo. Muitas medidas têm sido tomadas para evitar o domínio económico pelo Norte, algumas com mais sucesso do que outras.

A INTEGRAÇÃO DE ANGOLA NA SADC

images (23)Com o alcance da paz em Angola, a região Austral de África está livre de conflito militar, pela primeira vez na sua história, o que proporcionará uma harmoniosa implementação dos instrumentos jurídicos que servem de base ao processo de integração política e económica. Total atenção poderá agora ser dada pela região a implementação do Protocolo do Comércio que seguramente permitirá o incremento das trocas comerciais intra-regional, maior circulação de pessoas e bens e maior abertura dos mercados dos países membros da SADC para os produtos da região.

1.2. CONCLUSÃO

É preciso reconhecer que Angola é um dos países fortes na região Austral, com um elevado potencial económico, que agora começa a ser desenvolvido, e militar, e que exerce uma grande influência política, pelo que não deve ser descurada no tratamento dos principais assuntos regionais.

images (11)Apesar de ser um importante passo inicial (SADC), não se pode ver esse plano como uma meta final da industrialização, pois os seus objectivos são demasiadamente confinados às economias locais e profundamente imediatistas, perdendo de vista em alguns momentos o âmbito global: embora não se possa querer já começar com uma indústria forte na exportação, é necessário ter-se essa meta afixada para um futuro não tão distante.

Também pretende-se aumentar a participação da mulher em todas as camadas da sociedade. Espera-se em menos de cinco anos conseguir abolir todas as cláusulas sexualmente discriminatórias nas constituições de todos os países, instituir leis que garantam direitos iguais a homens e mulheres, reduzir a violência contra mulheres e crianças e chegar-se a uma significação muito maior da mulher na sociedade. Em uma década é esperado aumentar-se a participação feminina em cargos governamentais e empresas estatais.

1.3. BIBLIOGRAFIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunidade_para_o_Desenvolvimento_da_África_Austral

http://www.mirex.gv.ao/sadc/politica.htm

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Wednesday, 23 June 2010

SITE SADC

http://www.mirex.gv.ao/sadc/politica.htm

SADC


A paz em Angola e seu impacto regional



O abraço histórico entre o Presidente José Eduardo dos Santos e o General da UNITA Kamorteiro
Por
João Bernardo de Miranda
Ministro das Relações Exteriores de Angola

O conflito Angolano foi ao longo das últimas três décadas um dos principais factores de instabilidade na África Austral, não apenas pela sua intensidade mas sobretudo pela dimensão do envolvimento externo.

Seria um crasso erro de análise fazer-se uma abordagem do conflito Angolano e das suas implicações, descontextualizando-o da conjuntura regional e internacional, e sem uma incursão histórica na sua génese.

Em Março de 1975, quando eclodiram as primeiras confrontações entre os movimentos de libertação em Angola, depois de 14 anos de luta contra a dominação colonial Portuguesa, a guerra-fria estava no seu auge: as superpotências, digladiavam-se pela conquista de zonas de influência, através do estabelecimento ou reforço de alianças estratégicas quantas vezes com regimes segregacionistas, torcionários e ditadores, ou com organizações político militares cujos líderes, obcecados pelo poder, procuravam atingi-lo a qualquer custo.

A localização geoestratégica de Angola, porta de entrada para a África Austral- região então marcada pelo conflito que opunha os movimentos de libertação anti-apartheid aos regimes minoritários aliados do ocidente; a par de ser um dos principais fornecedores mundiais de petróleo, tornaram-na numa peça fundamental no quadro da estratégia dos contendores da guerra-fria. Por outro lado, a postura de Angola de apoio aos movimentos de guerrilha que se batiam contra os últimos redutos do colonialismo na África Austral constituía uma séria ameaça a existência desses regimes.

Foi neste âmbito que se arquitectou a estratégia política e militar contra Angola na tentativa da sua transformação numa zona da esfera de influência de um dos contendores da guerra-fria. O objectivo principal era, obviamente, o derrube do regime então instituído, através do apoio bélico a determinadas organizações armadas, para manter um clima permanente de instabilidade militar; o enfraquecimento da sua economia, coarctando a possibilidade de acesso ao crédito junto das instituições financeiras internacionais, e o seu isolamento diplomático internacional.

A aplicação dessa estratégia embora visasse igualmente os países da região que serviam de bases de apoio aos movimentos anti-apartheid, era mais acentuada em relação a Angola, pelas razões acima expostas. Angola viu-se assim na contingência de recorrer a ajuda militar internacional, nomeadamente de Cuba, para a defesa da sua integridade territorial e soberania.

A subsequente alteração do quadro militar em Angola e consequentemente na região, particularmente a derrota do exército Sul Africano na batalha do Cuito Cuanavale (sudeste de Angola) em 1987, forçou a alteração da estratégia do ocidente e da África do Sul, que optou por negociar o fim do seu envolvimento militar directo no conflito Angolano. Foram assim concluídos os Acordos de Nova York, em Dezembro de 1988, que permitiram a cessação das hostilidades militares entre Angola e a África do Sul, a retirada das forças Sul Africanas que ocupavam o sul de Angola desde 1982 e o início da descolonização da descolonização da Namíbia.

Os Acordos de Nova York alteraram de maneira positiva o cenário militar e político em Angola e na África Austral. O regime do apartheid chegou a conclusão da sua insustentatibilidade e enveredou por um processo de abertura política e de democratização.

Para os restantes países da região que se congregaram, inicialmente, no seio da "Linha da Frente", mecanismo de concertação política e diplomática para harmonizarem os seus esforços na luta pela descolonização da região e, posteriormente, a nível da SADCC, para lutarem contra a dependência económica da África do Sul, o novo quadro pós - acordos de Nova York tornou-se num balão de oxigénio para as suas economias seriamente debilitadas pelas dificuldades na atracção de investimento estrangeiro, devido ao clima de instabilidade regional, na circulação intra-regional, por na sua maioria serem países encravados, e na implementação de projectos para facilitar a integração económica regional.



Lusaka foi a terceira grande cimeira mediada pelas Nações Unidas na busca pela paz
O facto de Angola estar filiada nas duas principais organizações de integração regional da África Central e Austral, respectivamente a Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e a SADC, obviamente, criou dificuldades durante muitos anos no pleno funcionamento desses organismos, devido a situação de guerra.

A inserção de Angola na África Central e Austral não traduz nenhuma pretensão de liderança regional, é apenas motivada pela necessidade de protecção e defesa dos seus interesses económicos e de segurança que não poderão ser feitos isoladamente mas sim num quadro de parceria e aliança, bem como deriva dos históricos laços culturais com os povos dessas regiões.

É preciso reconhecer que Angola é um dos países fortes em ambas regiões, com um elevado potencial económico, que agora começa a ser desenvolvido, e militar, e que exerce uma grande influência política, pelo que não deve ser descurada no tratamento dos principais assuntos regionais.

Com o alcance da paz em Angola, a região Austral de África está livre de conflito militar, pela primeira vez na sua história, o que proporcionará uma harmoniosa implementação dos instrumentos jurídicos que servem de base ao processo de integração política e económica . Total atenção poderá agora ser dada pela região a implementação do Protocolo do Comércio que seguramente permitirá o incremento das trocas comerciais intra-regional, maior circulação de pessoas e bens e maior abertura dos mercados dos países membros da SADC para os produtos da região.

Embora ainda não dispomos de projecções estatísticas sobre o desempenho económico regional com o incremento da participação de Angola na sua economia, acreditamos sem margem de dúvidas de que nos próximos tempos haverá um significativo crescimento dos índices económicos dos países da África Austral.

Mas persistem outros sérios desafios para a região, que se prendem com a consolidação da paz e segurança, através aperfeiçoamento do seu sistema regional de prevenção e gestão de conflitos, e combate `as redes terroristas e do crime transnacional organizado, as quais tenderão tirar partido do franqueamento das barreiras na circulação transfronteiriça na região.

Em relação a África Central, região que ainda enferma de algumas convulsões políticas e militares, a instauração da paz em Angola tem estado a influenciar no sentido positivo a resolução do conflito na RDC e na região dos Grandes Lagos. Angola está assim em condições mais propícias para contribuir nos esforços de pacificação. Recentemente Angola patrocinou a conclusão de um entendimento entre a RDC e o Uganda que prevê a retirada Ugandesa do território Congolês e a normalização das relações de boa vizinhança e de confiança entre os dois países.

A segurança, estabilidade e o desenvolvimento dos povos da África Central e Austral está intrinsecamente ligado a capacidade das lideranças dos seus países em criarem Estados fortes, comprometidos com a democracia, os direitos humanos e a justa repartição da riqueza nacional. O Governo Angolano sempre esteve comprometido com esses valores e a nova era de paz oferece pela primeira vez desde que foi eleito a oportunidade de trabalhar dispondo do controlo da totalidade do território e dos seus recursos humanos e naturais.




Nova Presidência da SADC

Foto: Angop

Presidente Angolano José Eduardo dos Santos, Chairman da SADC
Por
Albina Assis Africano
Conselheira Especial do P.R. para Integração Económica Regional

Ao efectuarmos uma análise sobre as perspectivas de Angola na presidência da SADC, necessário será balancearmos ou melhor revermos a história da nossa organização regional desde a sua criação.

A Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Central (SADCC), antecessora da actual Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) resultou de esforços concentrados entre os então países da Linha da Frente, para: a resolução pacifica de conflitos; a harmonização de acções de cooperação internacional num quadro de estratégia e libertação económica da região; o fortalecimento dos laços destinados a criar uma genuína e equitativa cooperação regional a redução da dependência económica da África do Sul, que na altura se encontrava sob o regime anti-democrático do apartheid.

Contudo profundas alterações a nível da política internacional, com implicações nas relações económicas mundiais, exigiram de cada vez mais, por parte dos países em vias de desenvolvimento, a criação de formas harmoniosas de cooperação, sobretudo para aqueles que se localizavam em zonas geograficamente comuns, permitindo a sua participação de forma competitiva na economia mundial bem como uma melhor defesa dos efeitos nem sempre imediatamente benéficos da globalização.

A luz desta realidade, os Chefes de Estado e de Governo da SADCC, reunidos em Windhoek, Namíbia em Agosto de 1992, adoptaram a Declaração e o Tratado que estabeleceu a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), cujo objectivo se consubstancia na verdadeira integração económica regional.

A SADC, através da Declaração de Windhoek no âmbito do seu Tratado, tem como objectivos essenciais a criação de um espaço político económico com o fim de promover e defender a paz e a segurança como pressupostos para a implementação e consolidação da democracia; promover o desenvolvimento e crescimento económico sustentável, com vista a melhoria da qualidade de vida, sem descurar a atenuação da pobreza e desenvolver gradualmente valores, sistemas e instituições comuns.

Estes princípios estão preconizados na nova Agenda Comum e na nova Visão da SADC.

Não obstante a SADC ser considerada como o bloco regional mais promissor em África, a nossa organização tem encontrado alguns constrangimentos ao longo da sua existência, como a fraca comunicação entre os seus Estados Membros; a inexistência de fontes próprias de financiamento; a necessidade de recursos humanos qualificados e em maior numero e a não existência efectiva de um quadro de conexão entre as instituições estatais e privadas tendo como resultado a fraca participação do empresariado regional no processo de integração.

Este diagnostico conduziu a necessidade de uma profunda reestruturação dentro da organização que se iniciou há cerca de dois anos e que prossegue os seus trâmites de modo a criar um sistema centralizado onde poderão ser optimizados, os programas, os recursos financeiros e humanos bem como os investimentos e a manutenção da organização.

PERSPECTIVAS DE ANGOLA NA PRESIDÊNCIA DA SADC

Angola prepara-se para assumir a presidência da SADC em Outubro de 2002, pelo que uma reflexão deverá ser feita sobre a sua actuação a nível interno e externo, assim como os benefícios que daí poderão advir a nível regional e nacional.

2.1 NO PLANO INSTITUCIONAL

Angola deverá fazer uma demonstração de engajamento e participação efectiva na SADC ao proceder a assinatura, ratificação e adesão aos vários instrumentos de cooperação da organização, (Declaração, Protocolos e Memorandos de Entendimento).

No quadro na actual reestruturação, a que se deverá dar continuidade, exigirá não só um conhecimento profundo das acções já implementadas com vista a sua consolidação, como a preparação e colocação de quadros qualificados para que a sua presença se faça sentir em todos os sectores da vida desta organização, no âmbito da nova estrutura da SADC.

Entretanto, uma vez que está criado o Comité Nacional, como órgão de ligação e de desenvolvimento das acções da SADC a nível nacional, importante será que o mesmo seja convenientemente estruturado e permita o melhoramento da actuação de Angola na SADC.

A conexão entre o Comité Nacional e o Secretariado Executivo deverá ser permanentemente e eficiente.

Nunca é demais realçar que o Comité Nacional de Angola deverá trabalhar no sentido do estabelecimento de uma rede contínua de comunicação entre o Secretariado Executivo da SADC, o país e Sua Excelência Sr. Presidente da República na qualidade de Presidente da organização.

2.2 NO PLANO SÓCIO-ECONÓMICO


Analisando de forma sucinta os aspectos sócio-económicos das organizações, poderão ser adoptadas como prioritárias as seguintes acções, devidamente previstas no Plano Indicativo em Desenvolvimento Regional (RISPD) que constitui a base das estratégias e prioridades da Agenda Comum da SADC:


Melhoria e resolução da situação dos refugiados;
Combate ao HIV/SIDAS e outras endémicas como a malária;
Melhoria da gestão dos recursos humanos;
Programa de redução da pobreza;
Programas para a melhoria de saúde e bem-estar social e
Promoção da igualdade do género.
No que respeita as perspectivas de nível económico, poderá ser dado um impulso a criação do Fundo de Desenvolvimento Regional, como um mecanismo de auto-financiamento da SADC; poderá proceder-se a consolidação da acção da Câmara de Comércio da SADC como um meio de apoio ao financiamento regional, a promoção do empresariado e ao desenvolvimento do sector privado.

Poderá ser dada continuidade a implementação da política de convergência económica em curso.

2.3 NO PLANO POLÍTICO-DIPLOMÁTICO

No aspecto político Angola poderá centrar a sua actividade na promoção da paz e estabilidade regional, defesa dos direitos humanos e consolidação da democracia.

O Órgão para Coordenação Política, Defesa e Segurança, deverá continuar a concentrar os seus esforços nas questões de paz e segurança, reforço e capacidade de manutenção da paz e prevenção de conflitos na região.

A participação activa da sociedade civil no processo de decisão poderá vir a contribuir para o reforço da democracia que se pretende que seja sólida e duradoura, assim como apoiar a política de reconciliação pós-conflitos.

No campo diplomático poderá ser dada prioridade a cooperação já existente entre a SADC /União Europeia e SADC/EUA, através das acções resultantes dos acordos já existentes e outros que possam vir a ser rubricados.

Outros aspectos de cooperação multilateral poderão ser analisados como as negociações com Mercosul, com a Organização Mundial do Comércio e outros.

A nível da Organização das Nações Unidas a presença da SADC é e será sempre importante através da intervenção dos embaixadores regionais sediados nos Estados Unidos de América.

A cooperação no âmbito do apoio a construção e implementação dos programas da recém-criada União Africana e da sua política para o desenvolvimento de África, em termos de parceria, a NEPAD, deverá constituir a chave do posicionamento da SADC no nosso Continente.

Finalmente e como conclusão, poderemos inferir, de tudo o que já foi descrito, que as acções a serem desenvolvidas durante a presidência de Angola na SADC, deverão acima de tudo contribuir para o progresso do processo de integração regional, tendo sempre presente os aspectos contidos na Agenda Comum das SADC, nos quais poderão ser sintetizados como se segue:


Consolidação e manutenção da democracia, paz e estabilidade;
Promoção de valores políticos comuns assim como de outros sistemas de valores compartilhados que sejam transmitidas por instituições democráticas legitimas e eficazes e;
Promoção de um crescimento económico e desenvolvimento sócio-económico sustentáveis e equitativos que garantam o alívio da pobreza e a sua erradicação como objectivo último.

Foram igualmente aqui definidas as prioridades em termos das estratégias recomendadas no Plano de Desenvolvimento Estratégico Regional (RISDP) que se consubstanciam no seguinte:

Estabelecimento de um mecanismo sustentável e eficaz de prevenção, gestão e resolução de conflitos;
Consolidação da governação democrática;
Desenvolvimento de medidas dirigidas ao alívio da pobreza com o fim de se atingir a sua erradicação;
Desenvolvimento agrário e a utilização sustentável dos recursos naturais,
Desenvolvimento de um mercado comum através de uma abordagem progressiva ao mesmo tempo que se reestruturam e se integram as economias dos Estados Membros;
Harmonização de políticas macroeconómicas sãs e manutenção de um ambiente conducente tanto ao investimento local como estrangeiro;
Desenvolvimento de políticas deliberadas de industrialização;
Formação e desenvolvimento de infra-estruturas sócias económicas;
Desenvolvimento, utilização e gestão dos recursos humanos;
Implementação do conceito do Género no processo de integração;
Consolidação dos mecanismos de prevenção das calamidades naturais e de gestão das mesmas;
Desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia da Investigação e do Desenvolvimento;
Luta contra o HIV/SIDA e outras endemias nomeadamente a malária e
Estabelecimento do programa para o melhoramento do nível de saúde e bem-estar social.

Concluímos, dizendo que a implementação de todos estes programas, deverá ser desenvolvida nos diferentes Estados Membros com uma certa flexibilidade, de modo a adoptarem-se mecanismos particulares, sempre que as situações especificas nacionais assim o exijam, mas sem que se comprometam os objectivos preconizados no processo de integração regional.